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CACHEPOT, ÁRVORE OU BANCO?

Escrito por Mariana

Olha que inusitado! A designer Louise Hederstrom criou para a Nola, marca de design escandinava que já criou vários objetos premiados neste segmento, um cachepot chamado de Willow. Este é inspirado na willow tree (o salgueiro, para nós) e tem a forma de um tronco com galhos com aberturas onde podem ser colocadas as plantas. Assim, dá para ter várias espécies de plantas em um mesmo lugar, reduzindo a quantidade de cachepots espalhados.E ainda pode ser encaixado um disco de madeira e servir como banco ou mesa lateral.  Tem uma carinha de coisa de criança e é divertido e usável. Eu gostei!!!

Em Expansão

Escrito por Mariana

Em março deste ano, a Jardinaria saiu na revista “Pequenas Empresas, Grandes Negócios“, numa matéria sobre 50 novas franquias no Brasil.

Pois é! Ainda não havíamos contado aqui, mas estamos iniciando nosso processo de franquia em 2012. Se você tem algum interesse em ser um dos nossos franqueados, manda um e-mail para a gente: jardinaria@jardinaria.com.br.

E quem está nos auxiliando nesta empreitada é a HM Consultoria, que é expert em gestão de franquias. Então, se você está pensando em abrir uma franquia da Jardinaria ou qualquer outra franquia, ou franquear um negócio já existente, meu conselho é entrar em contato com eles.

Marta Souza Leão, paisagista e sócia da Jardinaria.Só um adendo: a matéria diz que nossos interesses de expansão em 2012 são o Nordeste e o Pará. Mas, na verdade, estamos dispostos a abrir franquias em qualquer lugar do país. Disseram também que Marta foi paisagista por 15 anos até abrir a Jardinaria. Nada disso! Ela exerce a profissão até hoje, com muito amor e dedicação!

Reaproveitando embalagens de material de limpeza

Escrito por Kika

Essa sugestão achei em um site gringo, e lá garrafas desse tipo são usadas para armazenar leite. Mas aqui nós também temos embalagens iguais a essas, só que de produtos de limpeza, como amaciante de roupas e água sanitária. Então, a idéia serve pra gente também!

E já que amaciante e água sanitária são produtos que todo ser humano normal possui em casa, que tal seguir essa dica ao invés de descartar as embalagens quando elas ficarem vazias?Além de contribuir com menos lixo no planeta, ainda é uma solução simples, rápida e baratíssima para quem quer fazer uma hortinha em casa. Só não esqueça de fazer uns furinhos na base da garrafa para a água escorrer.

Se jardinagem não é o seu forte, mas você tem uma “maniazinha” de organização {ou, ao menos, pretende começar a se organizar}, pode reaproveitar as embalagens dessa maneira aqui, ó:

De volta ao começo

Escrito por Kika

Provavelmente essa é mais uma efervescente tendência mundial: voltar a cultivar os próprios alimentos de maneira mais natural, seja sozinho ou em comunidades organizadas, como já acontece em algumas fazendas e sítios, onde filhos e netos dos proprietários originais têm partido para uma nova fase, que envolve não só a produção, mas também algumas formas mais especializadas de cultivo e comercialização de produtos. E até quem não tem um pedacinho de terra onde seja possível fazer isso, acaba contribuindo de alguma forma quando compra itens produzidos na localidade ou adquire produtos orgânicos e/ou sustentáveis.A maioria desses produtores atuais exercia profissões liberais em grandes centros urbanos e não tinham nada a ver com agricultura e criação de animais, mas, num dado momento da vida, resolveram se aventurar no campo e nos negócios rurais. Já os outros produtores são aqueles que nunca abandonaram suas terras, porém, notando a demanda do mercado, decidiram investir numa produção mais especializada.

A expansão do mercado de orgânicos e valorização dos produtos artesanais de boa qualidade foram as grandes responsáveis por essa “volta às raízes”. A mudança de comportamento veio acontecendo nos últimos dez anos, quando as pessoas passaram a sentir uma maior necessidade de consumir alimentos mais saudáveis. E são esses consumidores mais conscientes que estão na outra ponta do ciclo e que permitem aos produtores conservarem suas tradições, trazendo benefícios e qualidade de vida tanto para quem consome quanto para quem produz.
Fabricar ou comprar alimentos produzidos naturalmente significa rejeitar a padronização que a indústria alimentar vem impondo no decorrer das décadas. E, nesse planeta onde tudo se uniformiza, quem começa a despertar interesses agora é exatamente a exceção. A globalização faz atiçar a curiosidade pelos sabores locais, que fogem da produção industrial em série, e a França é uma das precursoras dessa nova onda na gastronomia mundial por valorizar o apreço por ingredientes e métodos culinários naturais. Produtores de lá, e também daqui, que mudaram a forma de encarar o cultivo, estão causando uma verdadeira revolução na agricultura atual e nós faremos cada vez mais parte disso {ainda bem}!

{ilustração daqui}

Plantas nas alturas

Escrito por Kika

Os espaços nas grandes cidades estão cada vez mais limitados, portanto, prédios residenciais e comerciais precisam abrigar cada vez mais gente em ambientes hiper reduzidos, fazendo com que edifícios altíssimos sejam construídos com cada vez mais freqüência. Ok, isso não é nenhuma novidade, até já nos acostumamos com os inúmeros arranha-céus da nossa cidade. A boa nova é que essa onda da “perspectiva vertical” tem servido de inspiração para a criação de áreas verdes.

Já falei aqui sobre os telhados verdes e suas muitas vantagens, mas a grande a inovação do momento são construções inteiras destinadas à vegetação. Isso mesmo. Arquitetos, urbanistas, paisagistas e designers têm partido da mesma lógica da verticalização para repensar espaços naturais, com a intenção de integrá-los às metrópoles. E idéias assim possibilitam aos moradores um convívio maior com a natureza, seja por meio de jardins, hortas, ou até mesmo fazendas em plena urbe. Como é o caso do Spiral Garden System, um jardim público sustentável e autossuficiente criado por um grupo de arquitetas espanholas, que enxergou na verticalização uma solução para a inserção do verde em espaços urbanos cada vez mais lotados.O Jardim Espiral, ou Fazenda Vertical, como vem sendo chamado, é uma idéia de espaço onde as pessoas podem cultivar suas plantas (de preferência nativas e comestíveis) de forma comunitária, quase como uma “roça urbana”. Estufas de hortas e pomares coexistem ao longo de uma passarela que pode ser alocada em qualquer ponto da cidade, pois suas dimensões são adaptáveis. E não é só isso: ainda fazem uso inteligente de água e energia, fazendo com que as plantas sejam cultivadas de maneira orgânica e usando menos recursos do que fazendas e sítios instalados em regiões rurais. Uma ótima solução para estes tempos em que a população está aumentando mais do que a capacidade atual de produção de alimentos no planeta!