Para quem ainda não sabe, eu estou morando em São Paulo {contei a novidade aqui}, e se já estava tudo uma correria só, agora piorou. O caminhão de mudança chegou com minhas tralhas todas na sexta-feira. Quando eu soube que ele estava a caminho senti um misto de alívio {é, eu precisa dos móveis para organizar a bagunça} e desespero {é, eu não sou rica para comprar tudo novo e terei que arrumar tudo sozinha}, mas quando finalmente as coisas chegaram aqui em casa e a casa foi virando um depósito de caixas, eu não sei nem dizer o que senti. Acho que eu fiquei feliz, mas não tenho certeza {hahaha}. A única certeza que tenho é que agora eu vou passar meses desencaixotando e lutando para arranjar um devido lugar para cada coisa. Por um lado, sei que vai ser divertido {é, eu sou capaz de me divertir e me sinto bem quando estou pondo a casa em ordem}, mas, por outro, sei que será um sufoco, pois o tempo que vai levar para as caixas todas sumirem daqui eu não faço em idéia. E tempo é exatamente o problema {sempre é, né?!}. Por isso o título deste post. E se ainda não foi possível perceber a intensidade do meu desespero, olha aí ao que se resume minha casa neste momento {é, eu ainda não tive coragem de abrir a maioria das caixas e na sexta-feira resolvi ficar só fotografando. rs}:
- a sala e o meu filho {ao contrário de mim} super curtindo


- a entrada para a cozinha
- a cozinha
- o quarto dos meninos
- um momento para rir um pouco {ufa!} com o capitão plástico bolha
- o meu quarto
- e o meu filho ainda achou que tinha pouca caixa em casa e deixou esse recado para a faxineira
“Rosa, não joga fora, pv” {acho que pv é por favor}
Ah, apesar de tudo {e ainda por cima}, arranjei mais uma ocupação. Volta aqui depois de amanhã que eu conto. É coisa boa, prometo.










































































