Brega, kitsch, cafona, over… são adjetivos que podem vir a sua cabeça imediatamente quando pensar em anões de jardim.
Eu acho que cafona mesmo é usar o que não combina com você, com sua personalidade, com seu modo de viver, com suas crenças, com o seu momento. E isso vale para tudo, não só para o quesito decoração.
Tem objetos que na casa de uma certa pessoa não tem o menor cabimento. E o mesmo objeto em outro lar, com outros moradores, traz despojamento e identidade.
Então, voltando ao assunto dos anões, veja nesta matéria da Casa e Jardim como nos ambientes mostrados os pequeninos fazem todo o sentido! E como a gente pode e deve reavaliar nossos (pre)conceitos de vez em sempre; já que até o designer Phillipe Starck criou uma mesinha em forma de anão. E o que era kitsch virou objeto de desejo!
A gente já mostrou uma luminária em forma de duende que temos que é uma coisa fofa. Em uma decoração mais despojada, certamente faz sucesso.

E agora, chegaram uns anões bem ao estilo daqueles da Branca de Neve, que podem ficar também em áreas externas. 

E eu consigo muito bem imaginá-los sendo levados para casa por pessoas divertidas, que não se levam tão a sério e que não estão preocupadas com os conceitos alheios. Pois bem sabem que a única coisa que nunca muda são aqueles finais de contos de fadas:
“E FORAM FELIZES PARA SEMPRE!”





















































